Hymagic 4D: A Inteligência da Natureza a Serviço da Hidratação e do Reequilíbrio

Para quem é a jornada com o Bwiti na África?

Esta jornada é para pessoas que sentem um chamado genuíno para conhecer uma tradição ancestral em seu próprio território e desejam se aproximar da cultura do Gabão com respeito, humildade e abertura para aprender. Não é uma viagem de turismo convencional. É uma experiência para quem deseja sair do ambiente conhecido, desacelerar e entrar em contato com a natureza, com a ancestralidade e com uma forma de vida diferente daquela que estamos acostumados a viver. É para quem entende que chegar à África não significa apenas conhecer um lugar novo, mas também estar disposto a escutar, observar e respeitar uma cultura que possui sua própria história, seus valores e seus conhecimentos. A jornada pode fazer sentido para pessoas que: Sentem curiosidade profunda pelas tradições ancestrais africanas; Desejam conhecer o Bwiti diretamente no Gabão; Têm interesse pela história e pela cultura da Iboga; Buscam uma experiência de autoconhecimento e reflexão; Desejam vivenciar alguns dias junto à natureza e à comunidade; Estão dispostas a respeitar os costumes, os limites e os ensinamentos locais. Acima de tudo, esta jornada é para quem chega sem a necessidade de controlar tudo. Você não vai ao Gabão para encontrar respostas prontas. Você vai para viver uma experiência, observar, escutar e permitir que aquilo que fizer sentido para você encontre seu próprio lugar. A África não é um cenário para uma experiência. Ela é território, cultura, história e ancestralidade. Por isso, a nossa jornada começa antes mesmo de embarcar: começa na preparação, no respeito e na consciência sobre o lugar que estamos indo conhecer.

Gabão

A viagem começa no Brasil. Depois de toda uma vida de estudos, experiências e buscas, finalmente chegou o momento de partir para o Gabão. Meu primeiro destino foi Libreville, capital do país. Cheguei e passei uma noite em um hotel para descansar e me preparar para o que viria pela frente. Na manhã seguinte, a jornada continuou. Saímos de carro em direção a Cocobeach. Foram aproximadamente 10 horas de estrada, atravessando paisagens que, pouco a pouco, me afastavam daquilo que eu conhecia e me aproximavam da floresta. A cada quilômetro, eu sentia que estava deixando para trás uma parte do mundo que conhecia para entrar em outra realidade. A viagem de carro não era apenas um deslocamento. Era o começo da experiência. Quanto mais avançávamos, mais a paisagem mudava, mais a presença da natureza se tornava evidente e mais eu percebia que estava realmente chegando ao lugar que, durante tantos anos, havia imaginado. Eu ainda não sabia tudo o que encontraria. Mas sabia que aquela estrada era apenas o começo. Ao chegar à comunidade, finalmente me instalei. Tudo ali é simples, mas confortável. Não existe excesso. Existe apenas o essencial. E, de alguma maneira, percebi que o essencial é suficiente. Há um lugar para descansar, alimento, água, natureza e tudo aquilo que precisamos para viver o dia. Nada falta. Tudo tem uma função. Tudo tem um lugar. A simplicidade daquele modo de vida começou a me ensinar uma coisa que eu já havia esquecido: ter menos não significa ter menos vida. Ali, comecei a perceber que conforto também pode estar na tranquilidade, na natureza, na presença das pessoas e na possibilidade de simplesmente viver o momento. Foi assim que comecei a me adaptar àquele novo ritmo. Um ritmo diferente do meu. Um ritmo em que a vida parecia pedir menos pressa e mais presença. As refeições na comunidade As refeições na comunidade são sempre momentos de partilha. As crianças, os adultos, todos participam. Existe uma compreensão silenciosa sobre aquilo que cada um precisa. Cada pessoa sabe exatamente quanto deve comer, sem que seja necessário explicar ou dizer uma palavra. A comida é compartilhada e todos recebem o que precisam. Não existe a preocupação de acumular. Existe a consciência de que aquilo que está ali pertence à comunidade. Eu observava tudo isso em silêncio e percebia como aquela dinâmica, tão simples, carregava um profundo senso de coletividade. Por volta das 6 horas da manhã, Mama Germe se levanta e segue para a floresta. Ela vai buscar os alimentos que serão utilizados naquele dia. Por volta das 9 horas, ela retorna à comunidade. Suas filhas já estão preparando o café da manhã, e todos se reúnem para a primeira refeição do dia. Depois do café, a comunidade inteira começa a trabalhar em conjunto. Os peixes são preparados, a caça é limpa, as raízes são organizadas e os alimentos são separados para o preparo das refeições. Cada pessoa sabe exatamente o que precisa fazer. Não é necessário que alguém fique dando ordens. Existe uma organização natural, como se todos conhecessem o seu papel dentro daquele ciclo. Eu observava aquilo e pensava em como a nossa sociedade se afastou desse contato tão direto com o alimento. Ali, entre a floresta e a comunidade, eu conseguia enxergar todo o caminho: A floresta oferece, as pessoas coletam, preparam, cozinham e depois compartilham. Tudo acontece em comunidade. E talvez seja justamente essa conexão que torne aquela alimentação tão diferente: saber de onde vem o alimento, participar de sua preparação e depois sentar à mesa para dividir com todos. Comecei a entender que viver em comunidade também é aprender a pensar no outro. É saber receber, mas também saber dividir. E muitas vezes não são necessárias palavras. O próprio modo de viver ensina.
Pele Radiante com atenuação de Rugas e Linhas de Expressão
Rejuvenescimento Celular em 4 Dimensões
Manutenção da Sustentação e Prevenção da Flacidez
Hidratação 24 Horas e Redução da Perda de Água Transepidermal
Neurocosmético
Reparação do Extrato Córneo e Fortalecimento da Barreira Cutânea

O Hymagic 4D é um tratamento multifuncional que atua no reequilíbrio metabólico e na harmonia cutânea, revelando a juventude e o brilho da sua essência

A Cerimônia

Depois de chegar à comunidade, instalar-me e descansar por um dia, chegou o momento da cerimônia. A preparação começa ainda pela manhã, em um período de jejum e recolhimento. Mama Germe prepara os chás tradicionalmente utilizados na comunidade, dentro de seus conhecimentos ancestrais. Durante o dia, permanecemos em silêncio, descansando e nos preparando para a noite. Por volta das 6 horas da tarde, tomamos os banhos de ervas e recebemos as pinturas tradicionais que marcam o início da cerimônia. Ao anoitecer, entramos no templo. A partir daquele momento, tudo muda. A cerimônia é conduzida dentro da tradição da comunidade, cercada por cantos, rezas, cuidado e presença. Durante toda a noite, somos acompanhados pelas filhas, netos e netas de Mama Germe, pelos participantes da comunidade e por todos aqueles que estão envolvidos naquele momento. O que mais me marcou foi perceber que ninguém atravessa aquela experiência sozinho. Existe uma presença constante. Existe cuidado. Existe união. A comunidade permanece junta durante toda a noite, acompanhando cada pessoa em sua própria jornada. Para mim, essa foi uma das maiores diferenças que encontrei entre simplesmente conhecer uma medicina e vivenciar uma tradição. A Iboga está ali, mas existe também todo um universo ao seu redor: a floresta, as pessoas, os cantos, as rezas, os ancestrais e a força da comunidade. A cerimônia não é apenas uma experiência individual. É uma experiência vivida dentro de uma comunidade. Quando o sol nasce, as rezas e os cantos param. É o momento de descansar. Depois de uma noite inteira de cerimônia, passamos o dia dormindo e sendo cuidados pela comunidade. Recebemos alimento, banhos e todo o cuidado necessário para recuperar as forças. Ali, até os pequenos gestos carregam significado. Meu cabelo era penteado por alguém da comunidade. Uma pessoa cuidava de outra. Nada parecia ser feito com pressa. Foi uma das coisas que mais me marcou naquela experiência: a quantidade de cuidado envolvida. Você não precisa pedir. As pessoas observam. Percebem o que você precisa e ajudam. Existe uma forma de cuidado que acontece naturalmente, através da presença e da atenção ao outro. Depois de tantos anos vivendo em uma sociedade em que aprendemos a fazer tudo sozinhos, experimentar aquele cuidado coletivo foi profundamente transformador. Ali eu entendi que cuidar também é uma forma de amor. E que, em uma comunidade verdadeiramente unida, ninguém precisa atravessar uma experiência sozinho. Durante o dia, Mama Germe permanece por perto. Ela não precisa falar muito. Sua presença já transmite segurança. Tudo acontece em silêncio. Ela recomenda que cada pessoa escreva aquilo que está pensando e sentindo, registrando as próprias percepções e tudo aquilo que surge durante a experiência. Para mim, esse exercício de escrever tornou-se uma forma de observar a mim mesma. Em vez de procurar imediatamente uma explicação para cada sensação, eu simplesmente registrava. Palavras, pensamentos, sentimentos, lembranças. Tudo podia ser colocado no papel. Na comunidade, o cuidado também está presente nos pequenos detalhes. Muitas das coisas que recebemos são preparadas pelas mãos de Mama Germe e de suas filhas. O alimento, os cuidados, os banhos e tantos outros gestos fazem parte daquela rotina. Existe algo muito especial em perceber que aquilo que você recebe foi preparado pelas mãos de alguém que está ali cuidando de você. É um cuidado simples. Silencioso. Mas profundamente presente. São três noites consagrando Iboga e deitando. Na quarta noite, consagramos Iboga, mas ficamos em pé. Nesta noite, apresenta-se a sua nova vida para a comunidade. Então, é uma noite de festa, danças e muitas transformações. Esta é uma noite em que nossas personalidades encontram espaço para se manifestar e entender que agora está tudo bem. No dia seguinte, descansei por 24 horas, caminhei pela praia e preparei-me para retornar a Libreville. Em Libreville, descansei por mais um dia antes de seguir de volta para o Brasil. Depois de tudo o que vivi, aquele momento de descanso também fazia parte da experiência: era hora de assimilar, respirar e começar o caminho de volta para casa. Ao todo, são 7 dias e 7 noites no Gabão, vivendo a experiência junto à comunidade, além de 2 dias destinados à viagem de ida e volta. São 9 dias no total, entre deslocamento, chegada, preparação, vivência, descanso e retorno.

Hymagic 4D

O complexo premium de quatro tipos de Ácido Hialurônico que atinge com precisão as diferentes camadas da pele, restaurando hidratação, elasticidade e textura suave

Vitamina E

Potente antioxidante. Oferece proteção contra os radicais livres, ação anti-inflamatória e auxilia na hidratação profunda

Physiogenyl

Um catalisador fisiológico essencial, rico em Sais Minerais (Sódio, Magnésio, Zinco e Manganês) que nutrem profundamente a pele

Óleo de Gerânio

Promove uma pele bonita, firme e radiante, reduzindo inflamações, enquanto traz equilíbrio e bem-estar emocional
serum hymagic 4d ácido hialurônico

Sérum Hymagic 4D

O Hymagic 4D é um neurocosmético de elevado potencial com 4 tipos de Ácidos Hialurônicos, ativando o metabolismo de nutrição celular. Sua fórmula estimula a formação de Colágeno e Elastina, preenchendo rugas e revitalizando a pele. Regenera o estrato córneo e controla a oleosidade, criando uma Barreira de Escudo protetora contra a poluição. O sérum com ácido hialurônico proporciona Rejuvenescimento Celular em 4 Dimensões e suavização das Linhas de Expressão. Garante Hidratação 24 Horas, atuando em todas as camadas para a sustentação e viço. O Efeito Neurocosmético do Óleo de Gerânio Roseum equilibra a mente, reduzindo estresse e ansiedade. Ele empodera e fortalece a conexão feminina. A Composição Poderosa inclui Vitamina E e Physiogenyl, que nutrem a pele cansada e sem viço. Renda-se à magia do Hymagic 4D, revelando a juventude, o equilíbrio e o brilho que residem em sua essência.